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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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IDH: Portugal em posição quase inalterada

Mäyjo, 13.02.14

Portugal aparece numa posição quase inalterada, no relatório deste ano das Nações Unidas, sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Mas um olhar detalhado aos números da educação, rendimento, saúde, e igualdade mostra que, entre 2005 e 2012, houve alguns valores que diminuíram.

Não se pode comparar com anos anteriores, porque os dados medidos não exatamente os mesmos, mas Portugal aparece este ano na posição 43. e no ano passado estava na 41, tendo baixado uma décima na pontuação em relação aos últimos dois anos.

 

Mesmo assim, é considerado um pais de desenvolvimento humano muito elevado.

 

Não obstante, aparece classifiado muito atrás da Espanha e da Grécia, numa tabela que tem a Alemanha e a Irlanda no Top 10.

 

A esperança de vida portuguesa, de 79,7 anos, é menor que nestes quatro países.

 

A média de anos de escolaridade, 7,7 é também menor em Portugal, entre 3 e 5 anos, em relação a esses parceiros europeus.

 

A principal nota portuguesa vai para a igualdade de género, com a décima sexta posição.

 

Mas no geral, desde o ano 2000, portugal está cada vez mais longe da média dos países da OCDE e dos chamados paises desenvolvidos.

 

Nem todos os dados estão atualizados e refletem o último ano, ou mesmo 2011.

 

Entre os paises de língua portuguesa, há uma subida esperada do Brasil. A estrela principal é, contudo, Timor Leste.

 

Nos países asiáticos, a antiga colónia portuguesa foi o que mais se desenvolveu.

 

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2013 do relatório anual do Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento (PNUD) inclui um Índice da Desigualdade de Género (IDG), que avaliou resultados em 148 países.

 

in: TSF

Portugal desce três lugares no desenvolvimento humano

Mäyjo, 13.02.14

 

foto ARQUIVO/JN
Portugal desce três lugares no desenvolvimento humano
Os indicadores educativos mantém-se estáveis

Portugal desceu três lugares no ranking de desenvolvimento humano das Nações Unidas - está agora na 43ª posição entre 187 nações. Depois de apresentar uma tendência crescente até 2010, parece ter estagnado e, nalguns indicadores como o rendimento per capita, piorou.

Com 0.816 pontos, Portugal integra os 47 países com índice de desenvolvimento humano (IDH) muito elevado, mas abaixo da média dos países dessa categoria e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), revela o relatório "A ascensão do Sul: progresso humano num mundo diverso", divulgado esta quinta-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), na cidade do México.

O ranking do desenvolvimento humano - calculado a partir da ponderação de indicadores em três áreas (uma vida longa e saudável, acesso ao conhecimento e um padrão de vida decente) - é liderado pela Noruega, Austrália e EUA. No extremo da tabela, estão Moçambique, República Democrática do Congo e Niger.

Se em termos relativos Portugal desceu três posições no ranking face a 2011 - o PNUD fez uma revisão de critérios que levou à descida do 41.º para o 40.º lugar -, a pontuação é sensivelmente a mesma há três anos. Em 2010 e 2011, era 0.817 pontos; em 2012 foi 0.816, uma diferença que não é estatisticamente significativa, de acordo com as Nações Unidas. Mas que indicia uma tendência de estagnação depois do sustentado progresso registado desde 1980, que levou a uma subida de 27% no IDH.

É nos indicadores económicos que é notório o retrocesso nos últimos anos. O produto interno bruto (PIB) per capita dos portugueses está em queda desde 2005 e, no ano passado, foi inferior ao registado em 2000. A esperança de vida continua a aumentar e os indicadores educativos mantém-se estáveis.

São poucos os países europeus com pontuações inferiores a Portugal e, entre os intervencionados pelo FMI, é claramente o que revela pior desempenho (a Irlanda está em 7.º, Espanha em 23.º e Grécia em 29.º).

Além do avaliar o desenvolvimento de cada país, a ONU calcula o nível de desigualdades internas para cada uma das dimensões do IDH. Tendo como referência o índice de desigualdade, a pontuação de Portugal baixa para 0.729, o que representa uma perda de 10.8%. Já no que respeita às desigualdade de género (que avalia a saúde reprodutiva, capacitação e atividade económica), Portugal apresenta resultados que o catapultam para a 16.ª posição entre 148 países analisados.

 

in: Jornal de Notícias

 

Refugiados de Fukushima podem nunca voltar a casa

Mäyjo, 13.02.14

Refugiados de Fukushima podem nunca voltar a casa

 

O Governo japonês não vai cumprir a meta inicial para o regresso de cerca de 160 mil pessoas às suas casas, depois do tsunami e desastre nuclear de Fukushima, pelo que muitos destes estão já a refazer as suas vidas noutros locais.

“Não se pode levar uma vida temporária para sempre”, explicou Ichiro Kazawa, de 61 anos e cuja casa desapareceu no tsunami. A cidadã japonesa pleneava voltar para casa no próximo ano, com a mãe de 88 anos, mas já sabe que isso não irá acontecer. Agora, ela quer que o Governo também o admita.

Um relatório do Partido Liberal-Democrata, líder da coligação governamental, pediu ao Governo para abandonar a promessa feita a todos os 160 mil evacuados de que as suas casas atingidas pela radiação poderiam, um dia, ser habitadas.

O relatório pede também apoio financeiro para que estes cidadãos se mudem para novas casas noutros locais – e que o Estado gaste mais verbas com o armazenamento de enormes quantidades de lixo radioactivo, que está até 20 quilómetros da zona de evacuação.

A descontaminação está atrasada em sete das 11 cidades selecionadas, o que forçou as autoridades a afirmarem que não irão terminar o trabalho antes do prazo, ou seja, Março de 2014. Assim, 160 mil refugiados temporários tornar-se-ão permanentes.

 

Foto:  raneko/ Creative Commons

 

in: Green Savers